Sabores frescos...
E muita cor...
...em pratos que não são pratos
e copos que não são copos.
Sai um Menu Shiva por favor !!!!!
11/09/2008
As andanças do Andanças
Loja
RETALHOS
09/09/2008
Palavras soltas no teu desafio
Nada há a dizer...
Nada mais...
O eco calou-se...
Refugiou-se no silêncio
das palavras de incentivo.
Deixo que o vazio
Se esgote no compasso
Onde já dança o esquecimento.
E há muito tempo...
...tanto tempo
que já não me lembro
se de facto te perdi.
Nada mais...
O eco calou-se...
Refugiou-se no silêncio
das palavras de incentivo.
Deixo que o vazio
Se esgote no compasso
Onde já dança o esquecimento.
E há muito tempo...
...tanto tempo
que já não me lembro
se de facto te perdi.
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Eudemim
08/09/2008
Angola mostrou como se faz
A mais velha pôs o seu pano e saiu do “kimbo” ainda de madrugada para garantir a certeza do seu voto e o mais velho “enfatou-se”para exercer este seu direito de cidadão.
É isto que para mim, portuguesa residente em Angola, importa salientar em primeira mão nestas eleições. Até os mais velhos que vivem nas Províncias, que pelos anos de guerra e esquecimento deveriam estar já desacreditados destas coisas da política, foram orgulhosamente votar.
Todo o processo teve um denominador comum, independentemente do partido, da raça, da etnia. A Nação.
Esta Nação Coragem, que teve a coragem de se despir dos medos e fantasmas do passado e que fez comícios de apoio ao seu partido, colou cartazes, buzinou com bandeiras nos carros e tudo sempre “nas calmas”.
Os angolanos fizeram a diferença na ideia preconcebida de eleições no continente Africano. Mesmo com um histórico único de eleições que deixaram marcas bastante profundas em 1992, Angola deu o exemplo a alguns dos seus vizinhos de como se desenvolve todo um processo eleitoral. Desde o recenseamento e sensibilização da população, mobilização de recursos humanos e desempenho das forças policiais até à atitude de cada cidadão perante o seu direito de voto. Os erros e falhas próprios de processos desta natureza e magnitude servirão para acrescentar experiência ao jovem currículo eleitoral dos angolanos.
A desorganização que apressadamente foi noticiada em Lisboa aconteceu apenas em Luanda que pertence ao conjunto das 18 Províncias de Angola. Num País desta dimensão, onde Portugal cabe 14 vezes, com certos pormenores que nem todos conhecem e onde o histórico de eleições se resume às de 1992 com tudo aquilo que as caracterizou, escolher a desorganização de uma província como primeira notícia é, para mim, recorrer ao jornalismo fácil.
Portugal deveria ser o primeiro a enaltecer o espírito de paz que se viveu nestas eleições. Na primeira oportunidade que lhes foi concedida, os angolanos provaram que sabem e querem viver em paz e isto sim, deveria ter sido a manchete deste dia.
Mas à parte das polémicas justas ou não, vou recordar este dia 5 de Setembro de 2008 como o dia em que todos tiveram um gesto comum.
O dia em que se tingiram os indicadores da mão direita da mana Chiquita da Chibia, do Domingos do Cassenda, da Francisca do Maculusso, do Fernando de Benguela, mas também dos Sobas, dos Generais, dos Ministros, dos Governadores e de Sua Excelência o Sr. Presidente José Eduardo dos Santos.
E se me é permitido um voto...eu voto nos angolanos !!
Kandandos
É isto que para mim, portuguesa residente em Angola, importa salientar em primeira mão nestas eleições. Até os mais velhos que vivem nas Províncias, que pelos anos de guerra e esquecimento deveriam estar já desacreditados destas coisas da política, foram orgulhosamente votar.
Todo o processo teve um denominador comum, independentemente do partido, da raça, da etnia. A Nação.
Esta Nação Coragem, que teve a coragem de se despir dos medos e fantasmas do passado e que fez comícios de apoio ao seu partido, colou cartazes, buzinou com bandeiras nos carros e tudo sempre “nas calmas”.
Os angolanos fizeram a diferença na ideia preconcebida de eleições no continente Africano. Mesmo com um histórico único de eleições que deixaram marcas bastante profundas em 1992, Angola deu o exemplo a alguns dos seus vizinhos de como se desenvolve todo um processo eleitoral. Desde o recenseamento e sensibilização da população, mobilização de recursos humanos e desempenho das forças policiais até à atitude de cada cidadão perante o seu direito de voto. Os erros e falhas próprios de processos desta natureza e magnitude servirão para acrescentar experiência ao jovem currículo eleitoral dos angolanos.
A desorganização que apressadamente foi noticiada em Lisboa aconteceu apenas em Luanda que pertence ao conjunto das 18 Províncias de Angola. Num País desta dimensão, onde Portugal cabe 14 vezes, com certos pormenores que nem todos conhecem e onde o histórico de eleições se resume às de 1992 com tudo aquilo que as caracterizou, escolher a desorganização de uma província como primeira notícia é, para mim, recorrer ao jornalismo fácil.
Portugal deveria ser o primeiro a enaltecer o espírito de paz que se viveu nestas eleições. Na primeira oportunidade que lhes foi concedida, os angolanos provaram que sabem e querem viver em paz e isto sim, deveria ter sido a manchete deste dia.
Mas à parte das polémicas justas ou não, vou recordar este dia 5 de Setembro de 2008 como o dia em que todos tiveram um gesto comum.
O dia em que se tingiram os indicadores da mão direita da mana Chiquita da Chibia, do Domingos do Cassenda, da Francisca do Maculusso, do Fernando de Benguela, mas também dos Sobas, dos Generais, dos Ministros, dos Governadores e de Sua Excelência o Sr. Presidente José Eduardo dos Santos.
E se me é permitido um voto...eu voto nos angolanos !!
Kandandos
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LIBONGOS
01/09/2008
Hoje fico por aqui...
Sento-me no muro
e observo o movimento
dos que passam
dos que ficam
dos que se encostam.
Todos procuram a felicidade
O sucesso....
Caminham em busca de
um lugar ao sol.
Correm, tropeçam, desesperam
Colam fragmentos soltos da vida
Para lhe dar algum sentido
Quando ela se esquiva dos planos traçados.
Eu também ando por lá...
Mas hoje fico por aqui...
Pelo muro...
Apenas sentada.
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Eudemim
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